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Cinturão da Moda abastece região da 44 neste final de ano

Para atender demanda de Natal e Ano Novo, costureiras do projeto produziram, nos últimos 30 dias, mais de 25 mil peças. Maiores resultados foram registrados em Iporá, Campo Alegre de Goiás, Ipameri, Bela Vista, Jussara e Abadiânia

Cinturão da Moda abastece região da 44 neste final de ano
Para ajudar nas demandas de final de ano, costureiras do Cinturão da Moda produzem mais de 25 mil peças em 30 dias - Foto: Rodrigo Cabral

A proximidade das festas de final de ano e o aquecimento das vendas na região da 44, segundo maior polo de moda do Brasil, resultaram em maior demanda de trabalho para as costureiras que integram o projeto Cinturão da Moda. Nos últimos 30 dias, foram mais de 25 mil peças confeccionadas dentro da iniciativa. Idealizado pelo Governo de Goiás e coordenado pela Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), o Cinturão da Moda foi lançado em fevereiro deste ano com o objetivo de movimentar a economia e suprir a demanda por mão de obra na região da 44.


As maiores produções foram registradas em Iporá, Campo Alegre de Goiás, Ipameri, Bela Vista de Goiás, Jussara, Abadiânia e Paranaiguara. Cerca de 30 municípios participam do projeto. “Nosso objetivo é alcançar ao menos 100 mil novos postos de trabalho nesses municípios, fazendo a conexão com o polo da 44. Agora no Natal e no Ano Novo, as produções ficam ainda mais intensas”, comenta o titular da SIC, Joel de Sant’Anna Braga Filho.


Coordenadora do Cinturão da Moda em Bela Vista de Goiás, Maria Serenita conta que o projeto abriu as portas para dezenas de profissionais que estavam fora do mercado de trabalho. Ela explica como a prefeitura ajuda nos serviços. “Junto com o Governo de Goiás, nós capacitamos as profissionais por meio do curso de costura, e elas têm renda própria. Para ajudar, levamos os materiais até elas e, depois, entregamos no CD do Cinturão da Moda”, afirma Maria.


Moradora de Bela Vista de Goiás, a costureira Raquel Lemes Silva, de 36 anos, relata a experiência com o projeto. “É excelente. Além de ter o meu próprio dinheiro e ajudar nas contas de casa, faço o meu próprio horário. Então, posso dizer que o Cinturão da Moda mudou a minha vida neste ano. Agora tenho independência financeira”, garante Raquel.


O polo de confecção e moda da região da 44 tem faturamento estimado em R$ 8 bilhões por ano, com o quinto maior Produto Interno Bruto (PIB) de Goiás. Conta com mais de 16 mil pontos de venda e segue em crescimento, fato que explica a expansão da busca por mão de obra qualificada.

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