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IPCA e INPC seguem em alta: preços sobem para consumidor final

Os dois indicadores acompanham continuamente os preços de produtos de várias categorias essenciais às famílias brasileiras. O INPC subiu 0,46% em janeiro, já o IPCA aumentou 0,53%

IPCA e INPC seguem em alta: preços sobem para consumidor final
Índices que medem o aumento de preço seguem em alta neste mês de janeiro - Foto: Reprodução

Neste mês de janeiro os índices que medem a inflação no Brasil seguiram em alta. Em janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) aumentou 0,53% e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) aumentou 0,46%, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice é divulgado mensalmente e leva em conta nove grupos de gastos, são eles: alimentação e bebidas, habitação, artigos de residência, vestuário, transportes, saúde e cuidados pessoais, despesas pessoais, educação e comunicação. A variação apresentada em janeiro já era esperada pelos especialistas.


O economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz, comenta a respeito da variação mensurada no período: “Então alimentos in natura e gasolina foram os grandes destaques. Estatisticamente prevemos o que aconteceu. Os destaques a gente já sabia: alimentação, dando ênfase a alimentos in natura por conta de chuvas e essa variação climática própria do verão; e a parte de gasolina apresentou alta, um aumento que também já era esperado, em torno de 0,8, igual ao que a gente tinha também nas nossas estimativas”, explicou.


Nos últimos 12 meses, o IPCA somou uma alta de 5,77% e o INPC acumulou aumento de 5,71%. Os dados medem a variação dos preços em várias categorias, de forma bem abrangente às necessidades das famílias brasileiras.


Além dos fatores econômicos, variações climáticas também interferem no preço dos produtos in natura apontados pelo economista com um dos destaque da variação dos preços. Quem está na ponta, produzindo os alimentos, relata que as tradicionais chuvas de verão podem trazer prejuízo à lavoura. A agricultora Cleuza Aparecida, de Brazlândia (DF), explica que nesta época, além do solo encharcado, algumas pragas se reproduzem com mais facilidade e podem prejudicar as plantações.


“O excesso de água é outro problema. Cai a produção, e a queda da produção faz com que aumente o preço por causa da lei da oferta e da procura. Se temos menos a oferecer, mais fica alto o preço, e é basicamente por isso. Por exemplo, a gente tem 35 mil pés de repolhos plantados, e estamos plantando mais 25 mil. Disso tudo pode ter uma perda de até 60%, 50%, e essa perda faz com que o produto altere muito o preço.”


Os índices são divulgados mensalmente pelo IBGE e também são usados para vários reajustes cotidianos, como o preço dos aluguéis.

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