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Médico de Anápolis é preso sob suspeita de assédio e importunação sexual

Defesa do acusado alega que falas foram mal interpretadas por colegas de trabalho

O médico João Paulo Ferreira Castro foi preso na quinta-feira (20/6), acusado de assédio e importunação sexual contra quatro estudantes de Medicina em uma faculdade local. A prisão foi efetuada pela Polícia Civil de Goiás (PCGO), que informou que as vítimas são alunas do curso de Medicina.


De acordo com as investigações preliminares, há suspeitas de que João Paulo tenha praticado os mesmos crimes contra mais de 50 pessoas. A gravidade das acusações levou o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) a emitir uma nota oficial, esclarecendo que todas as denúncias relacionadas à conduta ética de médicos são rigorosamente apuradas e tramitam em total sigilo, conforme determina o Código de Processo Ético-Profissional Médico.


"A apuração de todas as denúncias relacionadas à conduta ética dos médicos é conduzida com a máxima seriedade e discrição, conforme o estabelecido pelo Código de Processo Ético-Profissional Médico", afirmou o Cremego em nota.


O advogado do médico, Edvaldo Adriany Silva, se manifestou sobre o caso, afirmando que as acusações precisam ser cuidadosamente avaliadas. "É importante que essas acusações sejam minuciosamente investigadas. Nosso cliente nega ter cometido assédio ou importunação sexual contra pacientes. As interações relatadas foram com colegas de trabalho, e as falas dele podem ter sido interpretadas de maneira exagerada", disse o advogado.

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