top of page
  • Branca Ícone Instagram
  • Ícone do Facebook Branco
  • X
  • TikTok

Operação em Goiás investiga fraude com falsos mandados de prisão contra Lula e Alexandre de Moraes

Operação em Goiás investiga fraude com falsos mandados de prisão contra Lula e Alexandre de Moraes
Foto: Divulgação PCGO

Uma operação deflagrada nesta quinta-feira (5) em Goiás investiga um grupo suspeito de forjar mandados de prisão contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. As ordens falsas teriam sido inseridas ilegalmente em sistemas do Judiciário, segundo as investigações.


De acordo com a apuração, os suspeitos acessaram de forma indevida plataformas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Judiciário goiano, como o Banco Nacional de Monitoramento de Prisões (BNMP) e o Projudi. Nos sistemas, eram incluídos mandados e despachos fraudulentos em processos reais, com uso de linguagem técnica, numeração processual e referências institucionais para dificultar a identificação da fraude.


Os nomes de Lula e de Alexandre de Moraes foram utilizados para simular ordens de prisão, o que aumentou a gravidade do caso e levou à repercussão nacional da investigação.


Durante o cumprimento dos mandados judiciais, equipes apreenderam computadores, celulares e mídias digitais. O material passará por perícia para identificar os responsáveis pelos acessos, o alcance das invasões e a quantidade de processos adulterados.


A investigação também busca esclarecer como os suspeitos obtiveram acesso a sistemas restritos e se houve vazamento de credenciais ou participação de terceiros. Os envolvidos podem responder por crimes como invasão de sistema informático, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa.


A operação é conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), com apoio das polícias civis de Minas Gerais e do Distrito Federal, além do Núcleo de Inteligência do Tribunal de Justiça de Goiás.

Publicidade

Leia também

bottom of page