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Política de geração de empregos de Leonardo Menezes pode colocar em risco o crescimento de Goianésia

O embate político que ameaça o crescimento

Em meio a uma polêmica que ameaça o desenvolvimento econômico de Goianésia, a política de geração de empregos liderada pelo prefeito Leonardo Menezes (PSDB) está gerando debates intensos na cidade. As recentes decisões do governo municipal, especialmente em relação ao novo polo empresarial proposto, estão levantando questionamentos sobre o comprometimento com o desenvolvimento sustentável e a transparência nas ações políticas.


Na gestão anterior, sob o comando do ex-prefeito Renato de Castro (UB), a cidade atraiu investimentos, como o da Fricó Alimentos, que recebeu incentivos fiscais superiores a R$ 30 milhões do Governo do Estado. Em contrapartida, a prefeitura ofereceu um terreno como benefício, contribuindo para o estabelecimento de uma empresa que prometia gerar empregos e oportunidades na região.


No início da gestão de Leonardo Menezes, o programa "Industrializa Goianésia" foi lançado, coordenado pelo então secretário de Indústria e Comércio, o empresário Carlos Filho, dono da Zolluti. A iniciativa teve sucesso ao atrair a empresa Regra, distribuidora da Ambev, para a região, contribuindo para a dinamização da economia local.

Mudanças na Secretaria

Contudo, as coisas tomaram um rumo diferente após a saída de Carlos Filho da secretaria. O prefeito nomeou outros até decidir convidar empresário Carlos Veículos (PSD), vereador de mandato em Goianésia, para ocupar a posição. A mudança de liderança trouxe consigo uma nova abordagem na política de desenvolvimento econômico da cidade.


Diferente do modelo adotado anteriormente, que resultou na vinda de empresas importantes para a região, Leonardo e Carlos Veículos apresentaram à Câmara de Vereadores um projeto para a criação de um novo Parque empresarial em Goianésia. No entanto, este projeto condicionava a venda dos lotes aos empresários.


Rejeição e manobra política

A proposta do prefeito encontrou resistência na Câmara, sendo rejeitada pelos vereadores. O vereador Paulo Henrique (UB) denunciou uma tentativa de "manobra" por parte de Leonardo Menezes, alegando que o projeto transformaria uma iniciativa benéfica para o desenvolvimento da cidade em um "balcão de negócios".


No final dos trabalhos legislativos de 2023, em uma tentativa de última hora, o prefeito procurou apoio legislativo para o projeto. A rejeição resultou em ataques aos vereadores e no retorno de Carlos Veículos à sua posição original como vereador, uma vez que seu suplente, Geraldinho da Kombi (PSD), não apoiou a proposta do prefeito.


Riscos para o crescimento de Goianésia

As ações recentes da administração de Leonardo Menezes estão sendo duramente criticadas, especialmente pela tentativa de condicionar a venda dos lotes do novo parque empresarial aos empresários locais. O vereador Paulo Henrique alertou para os "enormes riscos" que a cidade enfrenta em relação ao crescimento econômico.


“O risco de Goianésia parar com o crescimento econômico, acabando com os benefícios de incentivos ao empresariado são enormes”, reafirmou o vereador.


As disputas políticas e a falta de consenso entre o Executivo e o Legislativo local ressaltam a necessidade de um diálogo transparente e colaborativo para garantir que as decisões políticas estejam alinhadas com os interesses da população e promovam um crescimento econômico equilibrado e sustentável para Goianésia.

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