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Procon Goiânia aponta variação de até 107% em produtos de pesca na capital

Pesquisa realizada entre os dias 27 de junho e 4 de julho avalia 59 itens em oito estabelecimentos da Capital e considera, para efeitos de comparação, produtos idênticos da mesma marca, tamanho e modelo

Procon Goiânia aponta variação de até 107% em produtos de pesca na capital
Pesquisa avalia 59 itens em oito estabelecimentos - Foto: Procon

Diante da chegada da temporada de pesca em Goiás, a Prefeitura de Goiânia, por meio do Procon Goiânia, divulgou, nesta quinta-feira (07/7), pesquisa que atesta variação de até 107% nos preços dos produtos de caça e pesca da capital. Para efeitos de comparação, foram avaliados 59 itens em oito estabelecimentos.


Entre os produtos pesquisados estão barracas, colchões infláveis, lanternas, fogareiros, anzóis, linhas, chumbadas, varas de pesca, molinetes, carretilhas, barco, motor e colete salva-vidas. O Procon Goiânia considerou produtos idênticos, ou seja, da mesma marca, tamanho e modelo.


Conforme a pesquisa, as cinco maiores variações vão de 97,50% a 107,14%. Nela, uma linha de pesca de 0,30mm, da mesma marca, apresenta variações de preço de R$ 7,00 a R$ 14,99. O molinete tem oscilação de preços de R$ 79,00 a R$ 161,00. Por outro lado, as cinco menores variações ficam entre 5,51% e 16,07%. O colchão de casal inflável com bomba foi o produto que apresentou a menor diferença de preços, entre R$ 168,00 e R$ 195,00.


O presidente do Procon Goiânia, Júnior Café, aconselha o cidadão a consultar a pesquisa do Procon antes de ir às compras. “As variações passam de 100%, conforme constatado pelo levantamento; por isso, o consumidor deve pesquisar o menor preço e, assim, garantir economia no passeio”, afirmou.


Orientações

O Procon Goiânia orienta, ainda, que o consumidor atente-se à qualidade, data de validade, se a embalagem não está violada e a voltagem do produto. Também é direito pedir a nota fiscal e, sempre que possível, pedir para testar o funcionamento do produto ainda na loja.


De acordo com as regras, ainda que tenha acabado de sair da loja, a empresa deve enviar o produto que apresentar problemas à assistência técnica, desde que esteja no prazo de vigência da garantia.


O prazo para sanar o problema é de até 30 dias, sob pena de reexecução dos serviços, sem custo adicional ao cliente, restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos, ou substituição do produto por outro da mesma espécie, marca ou modelo, sem os aludidos vícios.


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