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Polícia Civil impede tentativa de subtração de crianças em parques de Goiânia

Investigação aponta que mulheres agiam sob delírios e foram proibidas de se aproximar de locais com menor

Polícia Civil impede tentativa de subtração de crianças em parques de Goiânia
Caso acende alerta para proteção de crianças na capital - Foto: Reprodução/PC

A Polícia Civil de Goiás identificou e aplicou medidas cautelares contra duas mulheres suspeitas de abordar crianças em parques de Goiânia com a intenção de levá-las. Os casos teriam ocorrido em áreas de grande movimento, incluindo o Parque Vaca Brava, na capital.


De acordo com a investigação, as suspeitas se aproximavam das crianças alegando que poderiam ser seus filhos. A dupla chegou a afirmar que teria quase 200 descendentes espalhados pela cidade, resultado de uma suposta retirada de óvulos por autoridades no passado — relato que levantou o alerta para possíveis problemas psiquiátricos.


O caso veio a público neste sábado (25). Assim que tomou conhecimento da situação, ainda na quinta-feira (23), a Polícia Civil instaurou procedimento criminal e realizou diligências emergenciais, diante do risco de pânico na população. A corporação reforça que não houve contato físico com as crianças e que nenhuma delas chegou a ser levada.


Com base nos elementos reunidos, as mulheres foram indiciadas por tentativa de subtração de incapazes. Os delegados da Central de Flagrantes solicitaram, de forma urgente, medidas de proteção à sociedade: afastamento das investigadas de locais públicos onde haja circulação de crianças, como praças e parques, além de monitoramento por tornozeleira eletrônica. Foi determinado também um incidente de insanidade mental para avaliar a condição de saúde das suspeitas.


Em nota, a Polícia Civil ressaltou que tudo indica que as abordagens são consequência de delírios provocados por transtornos mentais. A corporação reforça que, com o acompanhamento em tempo real feito pela Polícia Penal, não há risco atual à população.


“Nosso objetivo é garantir tranquilidade às famílias e impedir que a situação evolua para algo mais grave”, concluiu a instituição.

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