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PRF orienta motoristas sobre cuidados ao trafegar pela BR 153, no norte de Goiás

Apesar do mau estado de conservação do pavimento gerar transtornos e prejuízos a quem utiliza essa rodovia, o que o levantamento da PRF aponta é que os acidentes de trânsito estão ligados mesmo ao comportamento humano.

A BR 153, que liga o sudeste ao norte do país, tem um longo trecho no estado de Goiás e é um corredor rodoviário importante de escoamento de grãos, secos e molhados, bens e riquezas em geral, além de ser rota de muitos viajantes que utilizam ônibus e veículos de passeio. Não importa qual o tipo de veículo ou o objetivo da viagem, a rodovia também conhecida como Belém-Brasília, tem tráfego intenso e pista simples, uma combinação que a qualquer época do ano requer cuidado redobrado por quem passa por ali.


Nesse período de chuvas constantes, a cautela, prudência e perícia dos condutores são ainda mais exigidas, já que a conservação do pavimento e sinalização da via estão prejudicadas. Em rodovias de pistas simples e tráfego intenso, muitos motoristas se arriscam em ultrapassagens proibidas, forçadas ou mesmo mal calculadas ou invadem a faixa contrária para desviar de alguma situação adversa e acabam se envolvendo em colisões frontais. As batidas de frente são o tipo de acidente mais grave, pois, mesmo não sendo o tipo que mais acontece, são responsáveis pelo maior número de mortes e ferimentos graves que acontecem nas rodovias.


No eixo norte da BR 153, que vai de Anápolis à divisa de Goiás com o Tocantins, a Polícia Rodoviária Federal flagrou 13.700 mil ultrapassagens indevidas ao longo de 2021, número que demonstra o tamanho da irresponsabilidade e do risco de quem trafega por esse trecho. No ano passado, a PRF atendeu 319 acidentes nesses 445 quilômetros de rodovia, sendo a maioria (74) saídas de pista, seguido de colisões traseiras (48) e o terceiro tipo de acidente que mais ocorreu foi a colisão frontal (34). Colisões laterais em sentido oposto, quando há o choque entre veículos que transitam em sentidos diferentes, foram 17. Isto é: em 51 dos acidentes houve invasão de faixa de algum dos veículos envolvidos. A colisão frontal, apesar de ter representado 10% do total de acidentes, foi responsável por quase 50% das mortes. E quando analisamos as causas, praticamente metade delas foi causada por condutas imprudentes como transitar na contramão, ultrapassagem indevida e velocidade incompatível.


E apesar do mau estado de conservação do pavimento gerar transtornos e prejuízos a quem utiliza essa rodovia, o que o levantamento da PRF aponta é que os acidentes de trânsito estão ligados mesmo ao comportamento humano. Dos 319 acidentes atendidos em no ano passado, 12 foram ocasionados por falhas na via. Velocidade incompatível, desrespeito à sinalização em cruzamentos, ultrapassagens indevidas, ingestão de álcool, mudança de faixa sem observar no retrovisor, estão entre as principais causas de acidentes no trecho.


A PRF orienta os motoristas que vão trafegar pela região central e norte do estado:

  • Respeitem as regras de trânsito, tenham cautela e paciência.

  • Fazer um planejamento adequado do tempo de viagem, com velocidade média calculada abaixo do que se faz de costume para não ser surpreendido e não ter pressa de chegar;

  • Fazer a verificação dos itens de segurança do veículo antes de sair de casa: checar os limpadores de para-brisas, condições dos pneus, funcionamento do sistema de iluminação e freios;

  • Checar a presença e funcionamento da chave de roda, triângulo, pneu sobressalente (estepe);

  • Na estrada, manter distância do veículo que segue à frente;

  • Iniciar uma ultrapassagem com tempo e distância suficientes para finalizar a manobra com segurança. Na dúvida, não ultrapasse.;

  • Manter os faróis sempre ligados;

  • Em pista molhada, reduzir a velocidade.

(Com informações da PRF)

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