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Fieg apresenta nova tecnologia semelhante ao QR Code para embalagens

Inovação do código 2D é tema de reunião do Compem, que discute também economia colaborativa

Foto: Divulgação/Fieg

O Conselho Temático da Micro, Pequena e Média Empresa (Compem) da Fieg, liderado pelo empresário Jaime Canedo, promoveu terça-feira (09/05) reunião do colegiado com participação do representante da GS1 Brasil, Paulo Crapina, e do CEO da XporY, Rafael Barbosa. No encontro, realizado em formato híbrido e que contou com presença de empresários e conselheiros do Compem, foram abordados os temas (R)Evolução da Identificação e Informação: Código 2D e Economia Colaborativa.


Em sua apresentação, Paulo Crapina detalhou o processo liderado pela GS1 para transição do uso de código de barras nos produtos para códigos 2D. A empresa, global e com 52 anos no mercado, possui mais de 2 milhões de clientes em 150 países, que usam os padrões GS1 para leitura de informações nas embalagens de produtos. A nova tecnologia bidimensional, que se assemelha a um padrão QR Code, proporciona aos consumidores acesso rápido às informações do produto e, às empresas, a inclusão de mais dados, buscando resolver problemas contemporâneos, como rastreabilidade, gestão de data de validade e integração com venda e-commerce.


De acordo com Crapina, a migração para o padrão 2D deve ser adotada de forma gradual pela indústria, sendo importante estar no radar das empresas quando forem lançar novos produtos e renovar estoque ou layouts de embalagens. "O novo padrão proporciona uma maior interação com consumidores, impactando na experiência de compra, ao permitir a inclusão de mais informações dentro do conceito de embalagem estendida", explicou, destacando ainda vantagens na gestão de estoque, como recalls mais eficazes e maior facilidade e velocidade na leitura dos dados.


Para o presidente do Compem-Fieg, Jaime Canedo, a inovação incentiva a competitividade nas indústrias não só pela possibilidade de ampliar o leque de informações sobre o produto em nível gerencial, mas principalmente por subsidiar o consumidor com mais dados na hora de escolher sua compra.


Economia colaborativa

A reunião do Compem contou também com apresentação do CEO da XporY, Rafael Barbosa, que falou sobre o trabalho desenvolvido pela fintech que possibilita a realização de permutas multilaterais com uso de tecnologia. Atualmente, a XporY é o maior marketplace de permutas multilaterais do Brasil, sendo parceira oficial do Sebrae em todo o País, com foco na reativação econômica de microempreendedores individuais e micro e pequenas empresas.


Segundo Rafael, diferentemente da permuta tradicional, em que as negociações são feitas a partir de duas pessoas ou empresas com interesses mútuos, a permuta multilateral cria múltiplas conexões em uma rede de negócios para atender aos interesses de todos. "Esse modelo aumenta exponencialmente as chances de transações serem efetivadas."


Em Goiás, a XporY também é parceira oficial do governo do Estado para concessão de crédito, ao lado do Banco do Brasil, Sicoob e Caixa Econômica Federal, para pagamento de multas e juros de mora de tributos em atraso.


"É um modelo de negócio que impacta positivamente na economia local, movimentando negócios e prestadores de serviços", destacou Jaime Canedo, lembrando da iniciativa do Grupo Escambo, liderada pelo Compem e que durante a pandemia incentivou a troca de serviços entre empresas goianas com objetivo de dar fôlego aos pequenos negócios, fortemente impactados pelo fechamento do comércio.

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