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Morte de empresário em Ceres está ligada a dívida de R$ 300 mil, diz polícia

Morte de empresário em Ceres está ligada a dívida de R$ 300 mil, diz polícia
Foto: Divulgação/Polícia Civil

O assassinato do empresário Júlio Cesar de Araújo, de 55 anos, em Ceres, na região central de Goiás, teve como principal motivação um desentendimento financeiro com José Alves Carneiro, de 57 anos.


De acordo com a Polícia Civil, os dois mantinham uma relação de amizade e negócios. O conflito envolvia uma dívida que, segundo o próprio suspeito, variava entre R$ 307 mil e R$ 317 mil, valor que teria sido emprestado ao empresário durante a pandemia.


Como o crime aconteceu

A discussão entre os dois começou dentro de uma loja e foi registrada por câmeras de segurança. Nas imagens, eles aparecem discutindo, e a situação evolui rapidamente para agressões físicas.


A briga seguiu para o lado de fora do estabelecimento, onde continuaram as agressões, com troca de chutes e socos. Segundo a investigação, Júlio Cesar já estava caído no chão quando foi atingido por disparos de arma de fogo.


Um vídeo gravado por uma testemunha mostra o momento em que cinco tiros são efetuados. Em seguida, o autor entra em uma caminhonete e deixa o local, enquanto pessoas se aproximam da vítima, que morreu ainda no local.


Versão apresentada pelo suspeito

Após o crime, José Alves Carneiro se apresentou à polícia acompanhado de um advogado. Em depoimento, ele afirmou que a vítima inicialmente reconhecia a dívida e pedia prazo para pagamento, mas que, posteriormente, passou a negar a existência do débito e disse que não pagaria.


Segundo a Polícia Civil, esse teria sido o fator determinante para o agravamento do conflito, que terminou em discussão, agressões físicas e, por fim, no homicídio.


Pontos levantados pela investigação

A polícia também apurou que Júlio Cesar já havia relatado estar sendo ameaçado antes do crime, o que levanta a hipótese de premeditação.


A prisão temporária do suspeito foi decretada pela Justiça, e ele foi encaminhado para a unidade prisional de Ceres, onde permanece à disposição do Judiciário.


A defesa informou que não irá se manifestar sobre o caso.


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