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Para Fieg, Banco Central acerta ao reduzir Selic, mas há espaço para corte ainda maior

Selic atinge menor patamar em 15 meses, e presidente da Fieg enfatiza a necessidade de redução mais agressiva para estimular investimentos

Para Fieg, Banco Central acerta ao reduzir Selic, mas há espaço para corte ainda maior
Presidente da Fieg, Sandro Mabel - Foto: Divulgação

A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) comentou, no início da noite desta quarta-feira (20/9), sobre a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil que decidiu reduzir a taxa básica de juros da economia em 0,5%, mantendo ciclo de cortes iniciado na última reunião, realizada em agosto. Com isso, a Selic cai para 12,75%, menor patamar dos últimos 15 meses.


"A divulgação positiva do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do segundo trimestre e os dados do mercado de trabalho, que continuam a mostrar desempenho ascendente, com criação de empregos, redução da taxa de desemprego e aumento da massa salarial, consistem em fatores relevantes para sustentar uma redução mais agressiva do colegiado", defende o presidente da Fieg, Sandro Mabel.


Para ele, é fundamental para o setor produtivo que haja uma maior redução dos juros de forma continuada para que o efeito seja sentido na ponta de forma mais célere, quando da liberação de empréstimos e financiamentos. "Os juros praticados ainda estão bem elevados. Isso não favorece os investimentos por parte do setor produtivo na aquisição de máquinas e equipamentos, inclusive na contratação de capital de giro para solução rápida contra o estrangulamento financeiro."

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