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Procon Goiânia aponta variação de até 209% em preços de pescados durante Quaresma

Em pesquisa realizada entre os dias 27 e 28 de março, em 11 estabelecimentos comerciais, incluindo peixarias e supermercados da capital, fiscais comparam valores de 20 tipos de peixes tradicionalmente consumidos no período. Maior diferença encontrada foi no quilo da caranha, seguida do bacalhau do porto, sardinha, robalo e camarão médio

Procon Goiânia aponta variação de até 209% em preços de pescados durante Quaresma
Foto: Divulgação/ Procon Goiânia

A Prefeitura de Goiânia, por meio do Programa de Defesa do Consumidor (Procon Municipal), realizou pesquisa de preço de 20 peixes mais consumidos durante a Quaresma, em 11 peixarias e supermercados da capital. No levantamento feito entre os dias 27 e 28 de março, fiscais identificaram variação de até 209 % no preço de pescados.


As cinco maiores variações estão entre 209,05% e 83,64%, e a maior alta constatada pela pesquisa foi identificada no quilo da caranha, com preços entre R$ 21,00 e R$ 64,90. Já no quilo do bacalhau do porto, a variação chegou a 157,37%, com preços de R$ 69,90 a R$ 179,00; a sardinha teve variação de 131,78%, podendo ser encontrada de R$ 12,90 a R$ 29,90; o robalo registrou variação de 125,31%, sendo encontrado de R4 39,90 a R$ 89,90; e o camarão médio teve variação de 83,64%, podendo ser encontrado de R$ 59,90 a R$ 110,00.

Foto: Divulgação/ Procon Goiânia

Com a pesquisa, o Procon Goiânia afirma que “o consumidor poderá economizar uma quantia considerável”. Por exemplo, se realizar a compra pelo menor preço desses cinco itens, a despesa será de R$ 203,60. Já se efetuar suas compras e se deparar sempre com o maior preço, a despesa será de R$ 474,60. Sendo assim, utilizando essa pesquisa como base para suas compras, o consumidor poderá economizar R$ 271,00 apenas nesses cinco itens, economia considerável ao final de toda a lista.


As menores variações encontradas foram na sardinha em lata, com variação de 14,10%, podendo ser encontrada de R$ 5,25 a R$ 5,99. O atum em lata (170g) teve variação de 19,73%, podendo ser encontrado de R$ 13,99 a R$ 16,75; o quilo do tambaqui registrou variação de 20,92%, sendo encontrado de R$ 23,90 a R$ 28,90, seguido da posta de piramutaba, com variação de 26,33%, podendo ser encontrada de R$ 19,79 a R$ 25,00.


O levantamento também constatou que a cartela de ovo caipira, com 10 unidades, registrou variação de 14,30%, podendo ser encontrado de R$ 13,99 a R$ 15,99. Se o consumidor realizar a compra pelo menor preço desses cinco itens, sua despesa será de R$ 76,92. Já se efetuar suas compras e se deparar sempre com o maior preço, sua despesa será de R$ 92,63. Assim, utilizando essa pesquisa como base para suas compras, o consumidor poderá economizar R$ 15,71 apenas nesses cinco itens.

Foto: Divulgação/ Procon Goiânia

Orientação ao consumidor

Diante da variação encontrada, o Procon Goiânia recomenda que os consumidores fiquem atentos ao comprar pescados durante a Quaresma, além de aproveitar eventuais promoções e negociar preços caso a quantidade seja maior. Vale, também, optar substituir peixes considerados nobres por aqueles de preços mais acessíveis.


A recomendação, porém, se estende às condições de venda. O pescado fresco, por exemplo, deve ser exposto em balcão refrigerado, a uma temperatura em torno de -2°C e 2°C. O peixe fresco, em supermercados, deve apresentar a superfície do corpo limpa, escamas firmes e bem aderidas, guelras com coloração que varia de rosa a vermelho intenso e abdômen firme; e envolto em gelo picado, no caso das feiras, mas protegido do sol e insetos.


De acordo com orientações do Procon Goiânia, peixes congelados devem estar submetidos a uma temperatura inferior a -25°C, e depois mantidos a temperaturas inferiores a -15° C. O consumidor deve observar se o pescado se apresenta exposto em balcões frigoríficos/freezers limpos, higienizados e organizados por produtos, com demonstração da temperatura de congelamento do equipamento, e se há presença de poças de água ou produtos molhados no interior dos balcões de refrigeração, que são indicativos de que o equipamento pode ter sido desligado.


No caso de pescados vendidos em embalagens, não podem ser acondicionados em balcão superlotados, o que impede a circulação de ar refrigerado e, consequentemente, compromete a qualidade do produto. Outro cuidado é quanto à presença de água ou sinal de umidade próximo ao freezer, pois configura indicativo de que o aparelho foi desligado ou teve a temperatura reduzida durante a madrugada. O produto também deve apresentar selo de inspeção, data de acondicionamento e prazo de validade.

Foto: Divulgação/ Procon Goiânia

O consumidor pode encontrar em estabelecimentos comerciais pescados secos, naturais, salgados ou desidratados. Para pescados secos, deve-se verificar se estão armazenados em local limpo, protegido de poeira e insetos; e o produto deve estar livre de sinais de mofo, ovos ou larvas de moscas, manchas escuras ou avermelhadas na superfície, limosidade, amolecimento ou odor desagradável.


“O objetivo desta pesquisa é auxiliar o consumidor, no momento da compra, possibilitando um melhor planejamento e uma maior economia para o mesmo”, destaca o presidente do Procon Goiânia, Júnior Café.

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